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Mulher de Barro:
refazimentos e sopros de si
A mulher de barro é uma mulher que se recria artesanalmente a partir da palavra.
É a metáfora da construção e reconstrução de si através de narrativas poéticas e elementos simbólicos que contam e reescrevem a sua história de vida.
Neste livro, passeio pelas origens, raízes e heranças de onde parto. Revelo o grito coletivo, o sangue, o trauma e o luto. Depois, acesso os tesouros e os dons. Sigo para os sentidos: a voz que não quer mais calar, os ouvidos de ouvir a musicalidade, os olhos de ver presença e o prazer que mora em habitar este corpo de mulher.

LAMA, LUTO E LUTA
O rompimento da barragem de rejeitos da mineradora Samarco S.A (Vale e BHP Billiton) na região de Mariana-MG destruiu comunidades inteiras, atingiu 40 municípios entre os estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia, comprometeu o ecossistema da região e a Bacia do Rio Doce.
O desastre provocou ainda a morte de 19 pessoas. Este livro busca relatar a vivência, os impactos psicossociais e estratégias de enfrentamento presentes nas narrativas construídas pelos atingidos pelo desastre. Além de refletir de que forma a organização no movimento social colocou-se como alternativa para reivindicação dos direitos das populações que até o presente momento vivenciam as consequências da tragédia nas suas vidas.

DOCE ÁGUA SALGADA
As escrevivências desaguam sonhos, planos e percepções do mundo ao redor. Algumas poesias deste livro foram escritas a partir do ano de 2010 no blog “Pensamentos e retalhos”. Desde então segue escrevendo poesias, crônicas e artigos. Escreve sobre o amor, resistência, ancestralidade, espiritualidade e a caminhada das mulheres.
Este livro é uma reverência às águas doces e salgadas que te regem e protegem.










